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sexta-feira, 27 de setembro de 2013
INTEL REVELA ALGUMAS NOVIDADES PARA O FUTURO DOS PROCESSADORES
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Olha que interessante a maneira que a Intel escolheu para apresentar o conceito de que seus processadores consomem pouca energia: colocar dois eletrodos em uma taça de vinho para alimentar uma placa de circuitos.
Como é possível? Eu explico: é que o ácido presente na bebida gera uma pequena carga elétrica capaz de abastecer o processador e a aplicação que ele estava rodando. Engenhoso, não é mesmo?
Curiosidades a parte, o experimento aconteceu recentemente na Intel Developers Forum, reunião de desenvolvedores que trouxe ainda novidades bem mais “sérias”. A empresa está desenvolvendo, por exemplo, um novo tipo de acelerômetro que, uma vez em um smartphone, será capaz de “aprender” qual é o seu ritmo de caminhada e travar a tela assim que você comece a andar.
Outra grande revelação foi a nova safra de processadores Quark, muito menores e mais poderosos do que os atuais. São apenas 14 nm (nanômetros) com a arquitetura SoC (System on a Chip) que, no futuro, poderá transformar diversos aparelhos e objetos em gadgets inteligentes. É a nova fronteira da tecnologia, chamada “internet das coisas”.
A NOVA GERAÇÃO DE TABLETS SURFACE DA MICROSOFT
Se você acha que a Microsoft ia ficar paradinha no canto dela sem oferecer uma resposta à crescente demanda por Tablets no mercado mundial, enganou-se. Ontem, em Nova York, a empresa fundada por Bill Gates deu mostras que ainda tem algumas cartas na manga, apresentando ao público presente duas versões de seu gadget: o Surface 2 e o Surface PRO 2, dedicado ao mercado profissional.
Nas conferências de imprensa e análises que eu pude conferir, os dois modelos agradaram ao público especializado, mantendo características interessantes, como a Quickstand, um prático suporte traseiro que deixa o tablet de pé sobre a mesa, transformando-o quase em um micronotebook.
Mas vamos aos detalhes da Surface 2, como em toda evolução, mais fina e leve do que o modelo anterior. Roda um processador Tegra 4 com ganho de 25% em autonomia de bateria, tela de 1920 x 1080, roda o Windows RT 8.1 e suporta toda a suíte do Office e até mesmo alguns games.
Já a Surface PRO 2, o modelo top da linha, tem um design mais sólido e é muito bem construído e chega ao mercado para substituir a versão “Pro” da primeira geração. A Microsoft optou por equipá-lo com um processador Intel Haswell que garante transições de tela e rendimento ainda melhores.
Como é característico em processadores para o mercado móvel, a escolha do processador deve também representar benefícios na autonomia do aparelho. Neste caso, temos um ganho de 75% na vida útil da bateria, ao passo que o aparelho fica 20% mais rápido.
Gostei bastante também das soluções para capa e teclado da Pro 2. A chamada “Dock Station” tem também uma bateria extra que garante autonomia de duas horas e meia. Além disso, oferece portas USB 2.0 e 3.0 para todas as conexões possíveis com HDs externos e monitores extras.
TheQ uma câmera que compartilha suas fotos instataneamente
O projeto “TheQ”, uma câmera digital, voltada para o compartilhamento de imagens, o modelo aceita um chip 3G, assim, você compartilha instantaneamente suas fotos nas redes sociais de sua preferência. E faz isso com todo estilo: são nove filtros para você aplicar nas fotos antes de enviá-las, como no Instagram.
Apesar do pequeno espaço interno (apenas 2 GB), a TheQ encontrou uma solução engenhosa para você não perder um único clique: todas as fotos sobem automaticamente para o “TheQLab”, uma rede social na qual você se cadastra para ter um perfil. Na prática, funciona também com um backup em nuvem de todas as fotos que você tirou.
O projeto também resultou em uma câmera muito simples de operar: são poucos botões, flash em anel para fotos mais suaves, um temporizador que funciona também neste anel ao redor da lente e que vai apagando as luzes em contagem regressiva, e diversas cores. Isso sem falar no mais legal: é resistente a quedas, sujeira e água. Uma câmera para estar ao ar livre!
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Porque pagamos tão caro então?
O iPhone 5S possui um novo chip 64-bit, memória RAM mais rápida, e um leitor de impressões digitais. Ainda assim, o custo de fabricá-lo é menor que do seu antecessor.
Segundo o AllThingsD, a IHS (ex-iSuppli) estima que o modelo de 16 GB custe US$ 199 para ser produzido. Ano passado, o iPhone 5 custava cerca de US$ 205 à Apple.
O iPhone 5c, com seu corpo de plástico, é ainda mais barato: apenas US$ 173. Como sempre, vale notar que a estimativa não considera itens como marketing, P&D (pesquisa e desenvolvimento), software e royalties – trata-se apenas do custo de fabricação.
O componente mais caro do iPhone, como sempre, é a tela. Segundo a IHS, ela vem de diversos fornecedores, como Sharp, Japan Display e LG. Os processadores A6 e A7, por sua vez, são fabricados pela Samsung.
Quanto à memória, o iPhone 5S conta com LPDDR3 mais rápida, enquanto o modelo colorido mantém a LPDDR2; ambas são fabricadas por Samsung, Elpida e Hynix – que sofreu um incêndio em sua fábrica na China e fez os preços de memória RAM subirem.
A IHS nota que o iPhone 5S e 5c possuem muitas semelhanças: mesma tela, mesma memória flash, mesmo chip de radiofrequência, entre outros. Usar os mesmos componentes ajuda na produção em massa – e a manter baixo o custo de produção. Para dar um pouco de perspectiva: montar o Galaxy S4 4G de 32 GB custa cerca de US$ 237 à Samsung. [AllThingsD]
Uma ilha aparece no Paquistão após terremoto
Uma ilha de aproximadamente 214 metros de extensão e 16 metros de altura emergiu no litoral do extremo sudoeste do Paquistão após o terremoto de 7,7 graus que sacudiu essa região do país nessa terça-feira (24) e causou a morte de centenas de pessoas, informou nesta quarta-feira à Agência Efe uma fonte oficial.
Segundo Tufail Baloch, vice-diretor administrativo de Gwadar - a cidade mais próxima -, a ilha emergida a cerca de 200 metros da costa foi visitada hoje em uma primeira missão de exploração. Uma equipe de especialistas de Islamabad também já foi encaminhada à região para analisar a nova ilha.
"A percorremos toda sua área e me pareceu estável", declarou Baloch, um dos envolvidos nesta primeira missão de exploração. De acordo com o vice-diretor administrativo de Gwadar, a equipe técnica que virá da capital ficará encarregada de um estudo mais técnico.
Fonte: Uol
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Alternativa ao plástico
Fungos são, quase universalmente, uma coisa não muito boa de se ter nas paredes ou bens pessoais. E normalmente, vender algumas dessas coisas não é nem legalmente permitido. Mas uma empresa chamada Ecovative não liga para isso e criou embalagens e materiais de construção a partir de fungos – e estão sendo considerados visionários por isso.
A Ecovative foi fundada por Eben Bayer e Gavin McIntyre, que começaram a fazer experimentos com fungos como parte de um projeto escolar. Hoje, eles empregam 35 pessoas e mantêm uma instalação enorme em Nova York, onde criam micélio, que forma a base de fungos. Micélio é como cola: gruda em qualquer coisa que aparecer pela frente – normalmente, matéria orgânica de baixo valor como caules de planta, cascas ou algodão – para criar uma rede super-densa de segmentos. A Ecovative cria isso em caixas escuras durante cinco a sete dias, e depois usam o calor extremo para impedir o crescimento de esporos. “Esporos vêm do corpo frutificado, ou cogumelo”, explica Sam Harrington, da Ecovative. “Como não crescemos o micélio por tempo o suficiente para formar um cogumelo, não há preocupações alergênicas no nosso processo.
Harrington coloca a Ecovative como a mais recente em uma longa lista de grandes empresas químicas e de materiais dos Estados Unidos. “Down e Dupont passaram os últimos 100 anos transformando petróleo e gás natural em todos os tipos de materiais e plásticos”, ele explica. “Mas com consequências ambientais não muito boas. Nós queremos ser os líderes deste século em material sustentável”. Empresas como Dow e Dupont passaram os últimos cem anos desenvolvendo produtos químicos para evitar mofo. Agora, a Ecovative está pronta para passar os próximos 100 anos incentivando.
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Aos amantes de velocidade, a moto MTT, vem com motor de aeronave!
Depois de desenvolver o primeiro popa turbina sancionado pelos militares dos EUA e da RetroRocket ™ , MTT produzido não só a primeira motocicleta movida a turbina street legal, mas também a moto de produção mais poderoso do mundo: a MTT Turbine SUPERBIKE ™ .
Alimentado por um-Royce Allison turbina a gás Rolls, o Turbine SUPERBIKE ™ tem demonstrado ao longo de 320 HP e 425-ft/lbs de torque no Jet Dyne 200 e foi cronometrado em um recorde de 227 mph.
Mais recente modelo da MTT, a MTT Turbine STREETFIGHTER ™ , tem todas as características padrão do Turbine SUPERBIKE ™ ainda com um braço oscilante maior, Pirelli Diablo ® 240 pneu traseiro, o aumento da capacidade de combustível e sistema de refrigeração melhorado. A Turbine STREETFIGHTER ™ vem equipado com um Rolls-Royce Allison turbina de 320 HP com a opção de atualizar para uma turbina de 420 HP, com aproximadamente 500-ft/lbs de torque.
MTT Turbine Superbike ™
Representando o mais recente em tecnologia de engenharia, a moto possui carenagens de fibra de carbono, um quadro tubular de alumínio contendo fluidos de transmissão da moto e tanque de reserva, uma câmera traseira montada com display LCD colorido, SmartStart ™ ignição informatizado e muito mais. Jornal dos homens relaciona o Turbine SUPERBIKE ™ como um dos mais "... projetos inspiradora, inovadora e de outra forma incrível" em seu artigo de fundo 'Stuff Perfect'. Com produção limitada a cinco por ano, não é de admirar a MTT Turbine SUPERBIKE ™ tornou-se uma revolução.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Os melhores jogos de 2013!
Os últimos meses nos mostraram que 2013 foi um ano bem atípico para os jogadores, que precisaram se virar para conseguir dinheiro e acompanhar a grande quantidade de ótimos lançamentos. Embaladas pelo fim da atual geração e a chegada do PlayStation 4 e Xbox One, as empresas apostaram todas as suas fichas em títulos de peso e mostraram que ainda são capazes de nos surpreender.
E não é preciso ir muito longe para perceber isso. Basta olhar para o próprio Baixaki Jogos e lembrar que bastaram apenas três meses para que duas notas máximas surgissem em nossas análises. O último jogo a levar um 100 foi há mais de dois anos, o que mostra que o nível de qualidade subiu drasticamente em pouquíssimo tempo.
O problema disso é que se torna praticamente impossível acompanhar todos esses lançamentos. Por mais que você seja o tipo de louco que corre para as lojas tão logo um grande game chegue às prateleiras, falta tempo e dinheiro para aproveitar todos da mesma maneira.
É por isso que esse período de marasmo entre junho e setembro é tão bem-vindo. Como é nessa época que as grandes feiras acontecem, a quantidade de lançamentos diminui um pouco e nos permite olhar para trás e experimentar aquele jogo que acabou sendo deixado de lado. E, em 2013, não foram poucos.
Para facilitar sua vida, fizemos um apanhado de quais títulos são esses, o que deve ajudar na hora de priorizar sua agenda. A partir dos jogos que tiveram nota maior que 90 em nossas análises, filtramos quais games você deve procurar para aproveitar tudo aquilo que este ano trouxe de melhor.
BioShock Infinite
O primeiro jogo nota máxima em 2013 e o único a alcançar essa façanha nos últimos três anos é quase uma unanimidade quando o assunto é excelência. O novo capítulo da série idealizada por Ken Levine conquistou a todos com sua narrativa envolvente e sua ambientação incrível. Se as expectativas quanto a seu lançamento estavam altíssimas, o resultado entregue pela 2K foi além e deixou todo mundo de queixo caído.
“Em resumo, BioShock Infinite é uma das experiências que vão definir a atual geração de consoles, provando que limitações de hardware não são nenhum obstáculo para um time de criação competente.”
Felipe Gugelmin
The Last of Us
Nota 100
Durante a conferência da Sony na E3, o presidente da empresa, Jack Tretton, foi taxativo ao descrever The Last of Us como um forte candidato a jogo do ano. E ele não poderia estar mais certo. A jornada de Joel e Ellie em um mundo pós-apocalíptico é uma aventura imersiva, densa e envolvente como há tempos não víamos em um console. A narrativa é tão bem construída que é impossível você não se afeiçoar a cada um dos personagens.
“Não existe jogo perfeito e impecável, mas The Last of Us é a prova de que as desenvolvedoras de jogos conseguem se aproximar muito disso. Todas as poucas falhas do game são compensadas por momentos impressionantes, visuais estonteantes ou uma história envolvente.”
Felipe Demartini
Tomb Raider
Nota 95
O retorno de Lara Croft não poderia ser mais feliz. Depois de passar alguns anos sofrendo com jogos meia-boca, a musa renasceu nos video games e mostrou às novas gerações o porquê de ela ter se tornado um ícone da indústria. Mesmo caindo de penhascos e lutando contra os mais diferentes tipos de inimigos, a heroína provou que sua fama não veio à toa.
“O ritmo da aventura segue de forma consistente, introduzindo os elementos no momento certo. As batalhas ficam mais frenéticas com a evolução de Lara, que passa de uma simples jovem indefesa para uma quase assassina brutal que executa os inimigos com requintes de crueldade.”
Vinícius Karasinski
Ni no Kuni: Wrath of the White Witch
Nota 95
Em meio a tantos jogos pesados e com temáticas adultas, uma das maiores surpresas do ano veio na forma de uma jornada de um pequeno garoto para tentar salvar sua mãe. Resgatando a jogabilidade clássica dos RPGs, com um toque de renovação, o jogo é uma aventura singela e tocante que vai resgatar sua criança interior e mostrar que evoluir é muito mais do que simplesmente passar de nível — algo que os Estúdios Ghibli sabem fazer como ninguém.
“Com dezenas de horas de duração, personagens envolventes e gráficos absurdamente bonitos, este é um daqueles raros jogos que parecem não ter defeito algum e capazes de agradar até mesmo àqueles que são alheios ao gênero que pertencem.”
Cássio Barbosa
Company of Heroes 2
Nota 95
Company of Heroes 2
Nota 95
Fire Emblem: Awakening
Nota 95
Guacamelee!
Nota 95
DmC: Devil May Cry
Nota 93
Gears of War: Judgment
Nota 90
Gears of War: Judgment
Nota 90
Metro: Last Light
Nota 90
Luigi’s Mansion: Dark Moon
Nota 90
Far Cry 3: Blood Dragon
Nota 90
Battleblock Theater
Nota 90
Skulls of the Shogun
Nota 90
Menções honrosas
Isso não significa que esses foram os únicos ótimos jogos que apareceram em 2013. Nos últimos meses, tivemos dezenas de outros grandes games que pintaram nas mais diferentes plataformas. E, para tornar as coisas mais justas, decidimos listá-los para que você relembre alguns deles.
Novamente, fizemos um filtro para facilitar a vida de todo mundo. Abaixo, você encontra os games que conseguiram nota acima de 80 e, portanto, classificados como “Ótimo”. Além disso, entraram também os DLCs e relançamentos.
Sid Meier’s Civilization V: Brave New World – 95
Trials Evolution: Gold Edition – 95
Persona 4 Golden – 93
Resident Evil: Revelations HD – 92
Battlefield 3: Aftermath – 91
Need for Speed: Most Wanted – 90
Donkey Kong Country Returns – 90
Dishonored: The Knife of Dunwall – 90
Animal Crossing: New Leaf – 88
Crysis 3 – 87
GRID 2 – 87
Metal Gear Rising: Revengeance – 85
New Super Luigi U – 85
Injustice: Gods Among Us – 85
Call of Juarez: Gunslinger – 85
State of Decay – 85
Papo & Yo – 85
LEGO City Undercover – 85
LEGO City Undercover: The Chase Begins – 85
Rogue Legacy – 85
Mass Effect 3: Citadel – 85
The Walking Dead: 400 Days – 85
Dead Space 3 – 85
Etrian Odyssey IV: Legends of the Titan – 85
Dragon’s Dogma: Dark Arisen – 85
Monster Hunter 3 Ultimate – 85
Brain Age: Concentration Training – 85
StarCraft II: Heart of the Swarm – 85
Anomaly 2 – 85
Cloudberry Kingdom – 80
Project X Zone – 80
Dungeons & Dragons: Chronicles of Mystara – 80
Call of Duty: Black Ops II – Uprising – 80
Metal Gear Rising: Revengeance – 80
Pandora’s Tower – 80
Don’t Starve – 80
Soul Sacrifice – 80
Assassin’s Creed 3: The Tyranny of King Washington – 80
DmC: Devil May Cry – Vergil’s Downfall – 80
Army of Two: The Devil’s Cartel – 80
God of War: Ascension – 80
Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 3 – 80
Castlevania: Lords of Shadow – Mirror of Fate – 80
imCity – 80
Sly Cooper: Thieves in Time – 80
Chivalry: Medieval Warfare – 80
Você decide
Diante de tudo isso, jogamos o desafio para vocês. Afinal, qual foi o melhor jogo de 2013 até agora? Sabemos que o ano ainda nos reserva grandes novidades, mas não podemos desmerecer a qualidade daqueles que já estão disponíveis em nossos consoles.
Fonte: Tecmundo
Tvs com resolução 8k já são realidades no Brasil
A resolução 8K é o futuro do futuro para a televisão: com dezesseis vezes a quantidade de pixels presente no Full-HD, ela é o passo seguinte ao 4K – que só agora começa a chegar ao país. Mas a Rede Globo está usando essas duas tecnologias agora mesmo.
Você certamente não recebeu nenhuma imagem 8K no seu televisor: é que a emissora usa a tecnologia para gravar seus programas.
Já existem várias câmeras 4K, que gravam em resolução 3840 × 2160 pixels, e a Globo usa algumas para filmar novelas. Raymundo Barros, diretor de engenharia de entretenimento na emissora, diz ao jornal O Globo:
Na realidade, muito material em vídeo já é captado em 4K. Hoje aqui na TV Globo, por exemplo, temos as novelas “Tapas e beijos”, “A grande família” e “Joia rara” (a próxima novela das seis) que são filmadas com câmeras 4K. Mas estamos masterizando e pós-produzindo em HD.
Ou seja, parece que quando o 4K se popularizar, a emissora já estará pronta. E quando isso acontecer, talvez você possa ver novelas antigas em altíssima resolução. Oba!
E onde fica o 8K? Na novela das nove. Barros explica à Folha: as cenas externas de “Amor à Vida” em São Paulo na verdade são filmadas dentro do Projac, em um fundo “chroma key” gigante. Esse fundo azul é então substituído por imagens 8K da capital paulista. O hospital da novela na verdade está em Curicica (RJ), em uma cidade cenográfica.
Barros diz ao Globo que essas imagens de fundo ocupam 30 TB de espaço, e a emissora usa cabos coaxiais de cobre para transferir tudo de um lugar para outro – no futuro, terá que usar fibra óptica. O sinal 8K sem compressão pode exigir até 200Gb/s de velocidade.
Qual a graça do 8K, também conhecido como Super Hi-Vision? Dado que ele exibe imagens de 7680 x 4320 pixels (33,2 megapixels), é possível aumentar a imersão da experiência de ver TV. Tudo é exibido com o máximo de detalhe, e você pode se sentar mais perto da tela sem notar pixels – e, espero, sem prejudicar a visão.
E não é só a qualidade de imagem: o Super Hi-Vision traz 22.2 canais de áudio! Em parceria com a japonesa NHK, a Globo gravou o Carnaval deste ano em 8K. E em uma demonstração, “nas filmagens da Sapucaí é possível ouvir com perfeição a variação do som conforme os carros alegóricos se aproximam e se afastam”, segundo a Folha. Mas Barros explica que você não precisará colocar 22.2 caixas de som na sala: a NHK testa um protótipo que coloca 116 pequenos alto-falantes ao longo da moldura da TV.
Quando o 8K chegará ao Brasil? Não se sabe. Barros diz ao Globo: “Ainda não temos um prazo para implantar aqui no país. Na melhor das hipóteses seria algo no mesmo tempo da implantação no Japão, ou então, logo depois.” O Japão deve transmitir TV nessa resolução a partir de 2016.
Barros, no entanto, parece bastante otimista: “eu sei que em pouco tempo todos teremos 8K”, diz ele. Ora, ainda estamos levando a resolução HD para cidades do interior, então ela deve demorar. Talvez menos que nossa desajeitada transição para a TV digital, mas não espere pelo 8K tão cedo. [Folha e O Globo]
Wall-E
Cuidado com o que dizem as propagandas!
Efeitos cinematograficos
Hoje nos deparamos com uma infinidades de filmes de ação, ficção onde carros explodem, pessoas morrem, muita destruição, dá até dó de ver tanto desperdício, mais de uma olhada nesses vídeos dá para se ter uma ideia da utilização dos recursos de visualização feito nos estúdios, graças ao uso de computadores cada vez mais modernos, efeitos de maquiagem e o uso de equipamentos mecânicos, cada efeito tão realista que acabamos acreditando ser verdade, parabéns aos produtores de efeitos especiais, que nos proporcionam essas emoções em filmes cada vez mais perfeitos.
sábado, 1 de junho de 2013
Sensor fotográfico feito de grafeno
A utilização do grafeno na tecnologia parece não ter limites. Pesquisadores da Universidade Tecnológica de Nanyang (Singapura) afirmam estar trabalhando para desenvolver um sensor fotográfico revolucionário feito com o material. De acordo com os cientistas, a invenção é cinco vezes mais barata, mil vezes mais eficaz e usa dez vezes menos energia em comparação com os tradicionais sensores CMOS e CCD.
O destaque fica realmente para a altíssima sensibilidade do componente, que teoricamente o torna excelente para fotos em baixa luminosidade.
Embora estejam inicialmente sendo projetos para equipamentos de segurança e satélites de observação, tais sensores não devem demorar muito até serem empregados em câmeras comuns e até mesmo em smartphones (teoricamente, eles são mais leves e menores do que os utilizados atualmente na maioria dos celulares). O estudo científico pode ser lido na íntegra (em inglês) no site Science Daily.
Fonte:tecmundo
Coração artificial deverá ser testado em humanos
Um instituto médico francês está se preparando para iniciar os testes de um novo modelo de coração artificial, o primeiro a unir partes biológicas e partes sintéticas. O órgão, fabricado com tecidos de corações de vacas, conta com uma bomba motorizada capaz de mover um fluído hidráulico através de duas câmaras separadas por uma membrana (que, por sua vez, movimenta-se e faz o sangue fluir para o outro lado).
De acordo com Piet Jansen, líder da companhia responsável pelo invento, a ideia é “desenvolver um coração artificial cujas partes em movimento estão em constante contato com o sangue e que são feitas com um tecido biologicamente amigável”. Além disso, o órgão também conta com sensores capazes de identificar um possível aumento da pressão sanguínea e ajudar automaticamente o fluxo de sangue de acordo com a necessidade.
Os corações artificiais serão testados em pacientes de quatro centros cirúrgicos diferentes ao redor da Europa e, caso se mostrem viáveis, podem passar a ser adotados para salvar a vida de pessoas que necessitam de transplantes urgentes.
Fonte: Technology Review
Haswell, a nova geração de processadores Intel
O lançamento dos processadores Haswell não era exatamente um segredo, uma vez que muitas informações sobre os modelos já foram reveladas.
Desta vez, é oficial. A Intel finalmente anunciou o lançamento da arquitetura Haswell e todos os detalhes dos produtos, incluindo o preço e e a data de quando eles finalmente chegam ao mercado.
A primeira diferença que percebemos em relação à família anterior é o tamanho do chip, que aumentou de 160 para 177 nm, algo que parece insignificante, mas representa uma mudança importante. A principal novidade é a GPU integrada nos processadores Haswell, que deve ser muito mais poderosa do que na geração anterior.
Vídeo onboard com qualidade
As novas GPUs serão compatíveis com as principais tecnologias da atualidade, como o DirectX 11.1, OpenGL 4.1, OpenCL 1.2 e uma nova versão da engine QuickSync, responsável pela decodificação de vídeo. Além disso, existe a compatibilidade com a interface DisplayPort 1.2 e o suporte a resoluções 4K.
A família Ivy Bridge trouxe três modelos diferentes de GPUs integradas. O mais potente — e mais comum — é o HD 4000, que possui 16 unidades de execução; o HD 2500 utiliza a mesma arquitetura, mas possui apenas 6 unidades de execução; o último da família é o HD Graphics, que apresenta praticamente o mesmo desempenho do modelo HD 2500, mas possui menos recursos.
Para inaugurar uma nova era no desempenho gráfico, a Intel está mudando tudo, até mesmo o nome das GPUs. Em vez de chamá-las de Intel HD Graphics, a nova geração foi batizada como Iris Graphics. O número de modelos também aumentou de três para cinco, que serão divididos entre diferentes categorias de consumo energético, desempenho e preço.
Processadores para desktop
Como de costume, a nova linha de processadores chega com muitos modelos diferentes. É preciso estar atento às novidades e, principalmente, ao número e ao sufixo dos processadores.
Para os desktops, por exemplo, a Intel está lançando seis modelos diferentes. Para complicar um pouco a situação, cinco deles começam com “i7-4770”. O único jeito de diferenciar um modelo do outro é o sufixo ao lado do número:
Sem sufixo: processador com mais consumo, clock mais alto e de maior desempenho;
Sufixo T: processador com baixo TDP, ou seja, menor consumo energético e clock mais baixo;
Sufixo S: processador que é uma mistura dos dois primeiros, oferecendo equilíbrio entre consumo e desempenho;
Sufixo K: processador com o clock destravado, ideal para overclocks;
Sufixo R: processador com GPU de alto desempenho integrada — Iris Pro 5200;
Vale lembrar que todos os processadores com sufixo R só vão estar disponíveis no formato BGA, ou seja, soldados na placa. Desse modo, é mais provável que esse modelo seja distribuído apenas em soluções altamente integradas, como computadores all-in-one. Todos os outros processadores trazem o chip gráfico Intel HD 4600.
Além da série i7, a Intel também está lançando os processadores i5 para desktops. Os modelos continuam sendo quad-core, mas perdem a função Hyper-Threading. Além disso, o cache L3 diminui de 8 para 6 MB. Todos os sufixos da série i7 continuam válidos, com exceção do sufixo R. Todos os processadores devem trazer GPUs Intel HD 4600.
A primeira leva de processadores móveis da arquitetura Haswell deve contar apenas com modelos da série Core i7. Todos eles são quad-core com suporte ao Hyper-Threading. A principal diferença entre as versões móveis e para desktops são os sufixos: enquanto os modelos MX e MQ trazem GPUs Intel HD 4600, os modelos HQ carregam o Intel Iris Pro 5200.
Os novos processadores da Intel chegam ao mercado já no início de junho, com preços que variam de US$ 192 (R$ 400) para os modelos mais simples e US$ 339 (R$ 710) para os modelos mais avançados.
Fonte:Tecnomundo
Desta vez, é oficial. A Intel finalmente anunciou o lançamento da arquitetura Haswell e todos os detalhes dos produtos, incluindo o preço e e a data de quando eles finalmente chegam ao mercado.
A primeira diferença que percebemos em relação à família anterior é o tamanho do chip, que aumentou de 160 para 177 nm, algo que parece insignificante, mas representa uma mudança importante. A principal novidade é a GPU integrada nos processadores Haswell, que deve ser muito mais poderosa do que na geração anterior.
Vídeo onboard com qualidade
As novas GPUs serão compatíveis com as principais tecnologias da atualidade, como o DirectX 11.1, OpenGL 4.1, OpenCL 1.2 e uma nova versão da engine QuickSync, responsável pela decodificação de vídeo. Além disso, existe a compatibilidade com a interface DisplayPort 1.2 e o suporte a resoluções 4K.
A família Ivy Bridge trouxe três modelos diferentes de GPUs integradas. O mais potente — e mais comum — é o HD 4000, que possui 16 unidades de execução; o HD 2500 utiliza a mesma arquitetura, mas possui apenas 6 unidades de execução; o último da família é o HD Graphics, que apresenta praticamente o mesmo desempenho do modelo HD 2500, mas possui menos recursos.
Para inaugurar uma nova era no desempenho gráfico, a Intel está mudando tudo, até mesmo o nome das GPUs. Em vez de chamá-las de Intel HD Graphics, a nova geração foi batizada como Iris Graphics. O número de modelos também aumentou de três para cinco, que serão divididos entre diferentes categorias de consumo energético, desempenho e preço.
Processadores para desktop
Como de costume, a nova linha de processadores chega com muitos modelos diferentes. É preciso estar atento às novidades e, principalmente, ao número e ao sufixo dos processadores.
Para os desktops, por exemplo, a Intel está lançando seis modelos diferentes. Para complicar um pouco a situação, cinco deles começam com “i7-4770”. O único jeito de diferenciar um modelo do outro é o sufixo ao lado do número:
Sem sufixo: processador com mais consumo, clock mais alto e de maior desempenho;
Sufixo T: processador com baixo TDP, ou seja, menor consumo energético e clock mais baixo;
Sufixo S: processador que é uma mistura dos dois primeiros, oferecendo equilíbrio entre consumo e desempenho;
Sufixo K: processador com o clock destravado, ideal para overclocks;
Sufixo R: processador com GPU de alto desempenho integrada — Iris Pro 5200;
Vale lembrar que todos os processadores com sufixo R só vão estar disponíveis no formato BGA, ou seja, soldados na placa. Desse modo, é mais provável que esse modelo seja distribuído apenas em soluções altamente integradas, como computadores all-in-one. Todos os outros processadores trazem o chip gráfico Intel HD 4600.
Além da série i7, a Intel também está lançando os processadores i5 para desktops. Os modelos continuam sendo quad-core, mas perdem a função Hyper-Threading. Além disso, o cache L3 diminui de 8 para 6 MB. Todos os sufixos da série i7 continuam válidos, com exceção do sufixo R. Todos os processadores devem trazer GPUs Intel HD 4600.
A primeira leva de processadores móveis da arquitetura Haswell deve contar apenas com modelos da série Core i7. Todos eles são quad-core com suporte ao Hyper-Threading. A principal diferença entre as versões móveis e para desktops são os sufixos: enquanto os modelos MX e MQ trazem GPUs Intel HD 4600, os modelos HQ carregam o Intel Iris Pro 5200.
Os novos processadores da Intel chegam ao mercado já no início de junho, com preços que variam de US$ 192 (R$ 400) para os modelos mais simples e US$ 339 (R$ 710) para os modelos mais avançados.
Fonte:Tecnomundo
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