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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

NOKIA APRESENTA DOIS CELULARES COM WINDOWS


Fabricante trata os dispositivos como conceitos e não confirma se serão lançados.
Se você está ansioso por saber como serão os smartphones da Nokia com Windows Phone 7, a empresa finlandesa tratou de exibir uma prévia do que está tramando. Nesta terça-feira (15/02), durante o Mobile World Congress – o maior evento de tecnologia móvel do mundo – mostrou dois modelos, tratados ainda como conceitos, finos e elegantes. No entanto, não confirmou quando – ou se – eles chegarão às lojas.

A apresentação surpreendeu, já que faz só alguns dias que a Nokia anunciou sua parceria com a Microsoft, o que a levará a portar seus dispositivos mais caros com o sistema da gigante, deixando o Symbian para aparelhos mais modestos e o Meego para futuras plataformas.

O primeiro modelo exibido é fino e tem bordas arredondadas, conta com um alto falante na parte de trás, botões para câmera e volume na lateral e entrada padrão para fone de ouvido. Aparentemente, estará disponível em várias cores – o deve atrair o público jovem.

O segundo se mostrou diferente de todos os dispositivos com Windows Phone 7 já revelados – deve ser o top de linha da Nokia. Possui os três botões físicos que qualquer celular com o SO da Microsoft tem que ter, mas sua aparência é minimalista. A câmera, em sua traseira, tem flash, e a entrada para fone e a tecla de ligar/desligar ficam na extremidade de cima.

Fonte IDG Now

IPHONE MAIS BARATO ESTUDA A APPLE!


Se for verdadeira, ela confirma os recorrentes rumores de que a empresa estaria preparando um “iPhone nano”. A oferta de um modelo mais barato seria uma mudança na estratégia da Apple no mercado de smartphones. Até agora, ela tem evitado competir com produtos de baixo custo, que proporcionam margens de lucro menores aos fabricantes. Concentrando-se na faixa alta do mercado, a Apple tornou-se a fabricante mais lucrativa, superando, em lucro, a Nokia, que tem o maior volume de vendas.

Segundo a Bloomberg, o mini-iPhone seria um terço menor que o modelo atual e não teria o botão home, que leva o usuário de volta à tela inicial do aparelho. Seu preço, nos Estados Unidos, ficaria em torno de 200 dólares – sem subsídio de operadora. Hoje, o iPhone é vendido, lá, por preços que vão de 200 a 300 dólares, mas sempre junto com um contrato de serviço da operadora. O preço mais baixo também ajudaria a Apple a ganhar mercado em países como China e Índia, onde sua presença ainda não é muito forte.

A Apple estaria, ainda, estudando a possibilidade de oferecer uma forma de conectividade universal. O usuário poderia se conectar a diferentes operadoras sem ter de trocar o cartão SIM do smartphone. É algo que já acontece, por exemplo, no e-reader Kindle, da Amazon.

Num smartphone, esse recurso seria muito bem vindo, especialmente para quem viaja com frequência. Mas sua implantação depende de acordos com as operadoras e é pouco provável que aconteça já neste ano.
FONTE: INFO ON LINE

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

BANDA LARGA MAIS BARATA PRA ALGUNS ESTADOS!


Sete estados concordaram em abrir mão de receita fiscal para baratear a banda larga, afirmou ontem (15) o Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Segundo ele, com a redução do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é possível oferecer banda larga a uma mensalidade de R$ 29.

“Pelo menos sete estados topam reduzir esse imposto. À medida que nós formos conversando e os governadores virem o alcance disso, acho que praticamente todos vão aderir”, disse o ministro, após participar de um debate sobre o assunto no Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.

O ministro não confirmou quais estados já sinalizaram desonerar o imposto, mas sabe-se que São Paulo, Ceará e Pará já oferecem esse tipo de isenção às operadoras. O ICMS representa cerca de R$ 5 no valor do serviço.

Bernardo acredita que o valor deverá cair ainda mais no futuro. “Na hora que as empresas concorrerem vão começar a oferecer a R$ 27, R$ 25. Então é possível ir barateando muito mais”. Quanto ao preço dos tablets (computadores em forma de prancheta), o ministro afirmou que eles deverão receber incentivos na política industrial que está sendo elaborada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.

Casa ecologicamente correta!











Recebi um e-mail muito interessante de uma amiga, demorei muito pra postar, mas antes tarde do que nunca, resolvi agora postar pois e muito legal e nesse tempo de alta dos preços de material de construção seria muito viável.
Obrigado Anna Paula.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

MÚSICA

CRISTOPHER CROSS Christopher Charles Geppert, mais conhecido como Christopher Cross (San Antonio, 3 de Maio de 1951), é um músico compositor, guitarrista e cantor norte-americano. Ele começou nos anos 70, participando da banda de rock pesado FLASH. No final da dé- cada, porém, partiu para carreira individual, lançando seu primeiro LP solo em 1980. Com esse disco de estréia, ele ganhou cinco prêmios Grammy. Embora tenha ficado famoso no Brasil com a canção "Sailling", desse LP, só teve sucesso internacional no ano seguinte, com a participação na trilha sonora do filme Arthur, com o tema de Arthur ou "Best That You Can Do". Esta música, composta com Burt Bacharach e Carole Bayer Sager, lhe valeu um Oscar de melhor canção. Apesar de não lançar um disco com composições inéditas desde 1998, Christopher continua se apresentando esporádicamente pelo mundo, e recentemente em 2007 foi agraciado com uma estrela na Calçada da Fama da Música do Sul do Texas, em Corpus Christi. Em seu show no evento em Corpus Christi, ele contou que atualmente trabalha em composições para a sua filha que inicia a carreira musical, e pretende lançar um disco com versões em espanhol dos seus maiores sucessos. Christopher é patrocinado pelos fabricantes de instrumentos Taylor Guitars e Tom Anderson Guitars, e das cordas Elixir. Discografia Christopher Cross (1979) Another Page (1983) Every Turn of the World (1985) Back of My Mind (1988) Rendezvous (1992) The Best of Christopher Cross (1993) Window (1995) Walking in Avalon (1998) Greatest Hits Live (1999) Red Room (2000) The Very Best of Christopher Cross (2002) A Christopher Cross Christmas (2007) The Café Carlyle Sessions (2008)

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

RECONSTRUINDO A PELE COM SPRAY


Esta pistola de pele em spray não é ficção científica: é um protótipo de dispositivo médico que literalmente borrifa células em vítimas de queimaduras, para fazer a pele crescer de novo. Métodos antigos, como enxertos de pele, levavam semanas para fechar queimaduras; a pistola de pele só precisa de uma horinha.

Nós ouvimos falar da pistola de pele em spray lá em 2008, mas não imaginávamos que ela se tornaria tão real, e tão útil, de forma tão rápida. Apesar de ainda estar em fase experimental, a pistola de pele já foi usada com sucesso em mais de uma dúzia de vítimas de queimadura. Ela funciona usando células-tronco da pele saudável do paciente, misturadas em uma solução para serem borrifadas na pele. E combinadas com esta pistola, o resto é fácil. Os médicos dizem que “borrifar células epiteliais é como pintar com spray”.

O vídeo mostra algumas imagens um pouco fortes de queimaduras, então só veja se aguentar imagens assim. Este vídeo será exibido no documentário “National Geographic’s Explorer: How to Build a Beating Heart”. Células-tronco têm sido um ponto de controvérsia há um bom tempo, mas este é um belo exemplo de ciência na prática. [National Geographic]

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

DIRIGIR SEM AS MÃOS


Em menos de 10 anos, as estradas e rodovias do mundo poderão ser locais mais seguros, descongestionados e relaxantes.

Isso porque já está em fase final de testes uma tecnologia que permite a criação de fileiras de carros comandadas pelos movimentos de um único motorista, liberando os demais para falar ao celular, ler, comer...

Um grupo de sete empresas européias, patrocinadas pela própria União Européia, trabalha para lançar seu projeto SARTRE - Safe Road Trains for the Environment., ou Estradas-Trens Seguras para o Meio Ambiente

O nome soa estranho, mas as tais estradas-trens, ou “platoons”, dão a exata ideia do que a tecnologia desenvolvida permite: ligar veículos para que se movam como um só corpo nas rodovias.

A fileira de veículos é comandada por um automóvel, no qual está um motorista profissional guiando normalmente. Os carros seguintes, no entanto, se movem sozinhos: sua direção gira de acordo com os movimentos do primeiro carro – o mesmo acontece com freios, marchas, etc...
Cada carro também está equipado com sensores e câmeras que medem a distância e velocidade do carro da frente, ajustando seus comandos para manter uma distância segura. A comunicação é feita usando uma freqüência especifica de rádio e o próximo passo é desenvolver um sistema paralelo, provavelmente usando 3G, para o caso de falhas.
Como os carros não estão fisicamente presos uns aos outros, é possível deixar a fila a qualquer momento. Enquanto estiver no “Platoon”, no entanto, o motorista pode relaxar as mãos e pés – e até a mente. A automação dos movimentos seria a principal vantagem do projeto, uma vez que 80% dos acidentes em estradas são causados por falha humana. Além disso, essa mesma automação economiza combustível, diminuindo em até 20% as emissões de CO2, e acelera o fluxo de veículos nas estradas. Mesmo a uma distância segura, os carros ficam mais próximos uns aos outros do que estariam com motoristas no comando, o que diminui congestionamentos.

Esta semana, a equipe do SARTRE fez a primeira demonstração do projeto fora de suas instalações. Nas pistas da Volvo Proving Ground, na Suécia, um caminhão-líder comandou um único carro que o seguiu em todos os seus movimentos.
Segundo o projeto, a tecnologia para aplicá-lo já existe e, em pouquíssimo tempo, estaria disponível a todos. O que pode atrasar a implementação são a aceitação pública e a legislação dos 25 países da União Européia, que devem aprovar leis parecidas.

O SARTRE é um projeto liderado pela empresa Ricardo UK Ltd, do Reino Unido, com participação da Idiada e da Robotiker-Tecnalia (Espanha), Institut für Kraftfahrwesen Aachen (Alemanha) e SP Technical Research Institute, Volvo Car Corporation e Volvo Technology (da Suécia).

O kilo vai mudar


A medida usada para comprar arroz, carne, batata, frutas, chocolate e etc no supermercado – e que serve também para controlar os efeitos posteriores da comida na balança – deve, muito em breve, mudar.
Um grupo internacional de pesquisadores vem trabalhando há mais de uma década para encontrar uma forma de determinar o que é um quilo de forma mais precisa. Isso porque as medidas de peso de todo o mundo são padronizadas com a ajuda de um objeto, um cilindro de platina e irídio construído há 130 anos e que pesava exatamente o que foi estipulado como um quilo. O problema é que, ao longo do tempo, sua massa mudou.
No final do ano passado, o National Institute of Standards and Technology (NIST), o Inmetro americano, conseguiu grandes avanços em seu pedido de mudança do Sistema Internacional de Unidades, que busca uma nova forma de calcular não só o quilo, mas todas as unidades que derivam dele.
Se tudo der certo, até 2015, devemos ter uma medida mais padronizada e precisa que deve ajudar, principalmente, os experimentos científicos.
O que é o Sistema Internacional de Unidades?
Ele rege as medidas oficias do mundo utilizadas em todas as atividades, como comércio e ciências. Ele é composto por sete unidades-base: segundo (tempo), metro (comprimento), quilo (massa), ampére (corrente létrica), kelvin (temperatura termodinâmica), mol (quantidade de substância) e candela (intensidade luminosa). Dentre elas, a única que é determinada por um artefato é o quilo. O cilindro de platina e irídio é mantido no Escritório Internacional de Pesos e Medidas (BIPM), na França.
No sistema atual, não é apenas a unidade da massa que depende do quilo. A definição de ampére (corrente elétrica), mol (quantidade de substância) e candela (intensidade luminosa) dependem desse artefato de platina e irídio. Por exemplo, um mol é definido como o número átomos de carbono 12 cuja massa total equivale a 12 gramas.
Por que o cilindro não serve mais para determinar o quilo?
Sendo um objeto material, a massa dele está sujeita a variações decorrentes do uso e das condições ambientais. A massa do artefato mudou, embora não se saiba se para mais ou menos. Ao comparar o original com réplicas espalhadas pelo mundo, verifica-se uma variação pequena, na casa de dezenas de partes por bilhão. No Brasil, o Inmetro constatou uma variação de um quilograma, em cerca de 100 anos, de aproximadamente 50 microgramas.
Como será determinado o quilo?
Existem, basicamente, dois experimentos em andamento: um deles visa determinar o número de átomos em uma quantidade de matéria capaz de ser pesada, estabelecendo uma relação entre o quilograma e uma massa atômica (projeto Avogadro); o outro, e provavelmente o que trará resultados mais precisos, é um experimento eletro-mecânico que liga o quilograma a uma constante chamada de Planck h. É justamente este experimento proposto pelo NIST: aprimorar o valor da Constante de Planck h, uma importante constante na física quântica. Sabe-se que a matéria absorve e irradia energia em partes chamadas “quanta”. A energia do quanta é a constante de Planck vezes a frequência de sua radiação. A massa de um objeto pode ser medida pela comparação da força que a gravidade exerce sobre ele com uma força elétrica que compensa a força da gravidade. Isso pode ser feito em uma chamada balança de Watt, que trabalha com levitação magnética. Nela, a força elétrica é determinada medindo a corrente correspondente e sua voltagem; já as medidas elétricas podem ser expressas por meio da constante de Planck h. Se a constante for exatamente conhecida, então as medidas podem determinar a massa de um objeto. Atualmente seu valor está estabelecido em 6.626 068 96(33) x 10-34 kg m2/ s.
O Inmetro conhece esta proposta de mudança?
Sim. O Inmetro conhece a proposta de redefinição do quilograma e acompanha o andamento dos experimentos em andamento em diversos institutos nacionais, como o próprio NIST (EUA), PTB (Alemanha), LNE (França), Metas (Suíça), NMIJ (Japão).
Ela é realmente necessária?
Sim. A precisão das medidas, incluindo a redefinição do quilograma, é extremamente importante para dar ao Sistema Internacional consistência e robustez. Avanços científicos e tecnológicos anteriores já permitiram que outras unidades fossem redefinidas. O metro, por exemplo, deixou de ser um artefato em 1983, quando passou a ser definido pela velocidade da luz - uma constante física fundamental.
O que muda na nossa vida?
Uma nova definição do quilo permite a pesquisadores de todo o mundo expressar seus resultados com maior precisão e consistência. Com os valores das constantes fixos, é como se todos os pesquisadores estivessem falando a mesma língua. Como a variação da massa foi muito pequena ao longo dos anos, as maiores diferenças serão vistas no laboratório, em escalas usadas somente por cientistas.

fonte: info on-line

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

SEM O USO DE CABOS


Você pode chamar seu smartphone, seu tocador de MP3 e notebook de aparelhos móveis, mas eles não são exatamente 100% wireless. Cedo ou tarde eles vão precisar do fio que os ligue à velha tomada elétrica.

Carregadores sem fio, que funcionam por indução magnética, não dispensam a tomada, mas reduzem a bagunça do emaranhado de fios de vários equipamentos. É um baita upgrade no visual: ao invés de plugar o conector ao aparelho, você simplesmente o repousa sobre uma placa que recarrega a energia.

Na sexta-feira, foi dado mais um passo no avanço dessa tecnologia. O consórcio Wireless Power concluiu a padronização da tecnologia, chamada de Qi, para carregar gadgets de baixa potência (até 5 watts). Com padrão, fabricantes poderão desenvolver carregadores compatíveis com gadgets de diversas marcas. Nokia, Philips e LG são algumas empresas que participam do consórcio.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

BALANÇA EXIBE VALOR NUTRICIONAL


Aquela omelete que você faz com três ovos e recheio de parmesão e bacon vai matar sua tia hipertensa do coração? Para tirar dúvidas sobre os valores nutricionais, existe uma solução interessante: a balança digital Perfect Portions (HO 101163), da DMD Brands, faz o cálculo das calorias, carboidratos, açúcar, fibra e sódio do alimento em questão.

Infelizmente, o equipamento não “descobre” qual alimento está sendo pesado. Você precisa abrir um livrinho e digitar o código do alimento. Aí, o visor mostra os valores nutricionais de acordo com a quantidade pesada na balança. Há 2 mil tipos de alimentos registrados e é possível registrar mais 99 alimentos. Dá também para estabelecer limites diários e saber quando ela já foi alcançada.

A Perfect Portions ainda não está à venda no Brasil, mas pode ser encontrada em sites como a Amazon, por cerca de 50 dólares. Há outros produtos semelhantes no mercado, como o EatSmart Digital Nutrition Scale (US$70) e Newline Digital Nutrition Calculator Kitchen Food Diet Scale (US$ 40).

GADGET CONTROLA O TEMPO DE BANHO

Nada mais fácil que perder tempo debaixo do chuveiro. Mas, enquanto sua mente viaja durante o relaxante momento de higiene, muita água e energia são desperdiçadas. E o prejuízo vai além do ambiental: os minutos extrapolados, multiplicados pelo número de membros da sua casa, aumentam as despesas domésticas. Cronometrar o tempo com um relógio ou com um aplicativo de celular não parece ser uma boa saída para um ambiente tão úmido. Uma solução original é o Waterpebble, um pequeno gadget que avisa se você está demorando demais no banho. Ele apresenta um aviso luminoso verde, para dizer que ainda dá tempo de aproveitar o banho, amarelo, para dizer que não há muito tempo, e vermelho, para alertar que já é hora de desligar o chuveiro. Vamos dizer que é uma versão delicada e hi-tech do velho puxão de orelha que você levava da sua mãe quando demorava no banho. Assista ao vídeo a seguir:

Escovas que nào requer pasta


Preocupada além do que devia com minha saúde bucal, ontem resolvi fazer uma busca sobre escovas dentais elétricas. Acabei topando com um tipo de produto que não conhecia: uma escova dental iônica que funciona a luz solar e dispensa a pasta dental.

Eis a explicação do funcionamento da escova pela própria fabricante japonesa Shiken Co., que acaba de lançar a terceira versão do produto (Soladey-J3X). Ela tem um pequeno painel para captar a luz, como as das calculadoras solares. Essa energia solar, em contato com um fio de dióxido de titânio, material semicondutor que fica no miolo do cabo metálico da escova, gera elétrons negativos. Em contato com a saliva, essa carga negativa vai para a boca e atrair os íons positivos de hidrogênio que estão no ácido da placa bacteriana, que causa problemas como cáries, mau hálito e gengivite.l Para usar a escova iônica, é só fazer o movimento normal do modelo convencional.

Com essa tecnologia, a pasta dental é dispensável. Ela só é recomendada para evitar que corantes tinjam os dentes. Apenas as cerdas precisam ser trocadas, pois o cabo não tem data de validade. Na internet, encontrei a Soladey à venda na Amazon (versão 2, por US$ 29,95) e no Japan Trend Shop (US$ 53) . No Brasil, há outros modelos de escova iônica, como a HyG, que não é movida a luz solar, mas a bateria (R$ 28).

O fabricante diz que a escova iônica é mais eficaz que a convencional e no site há referências de vários estudos defendendo a tese. Mas fui procurar uma fonte imparcial e encontrei um brasileiro que participou de um estudo a respeito: o odontólogo Carlos Heitor Cunha Moreira, doutorado em clínica odontológica (periodontia) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). No ensaio clínico, foi comparada a eficácia na redução de placa e inflamação gengival entre uma escova convencional e uma iônica (HyG Ionic, da Hukuba). “Ao final do experimento houve redução de placa e gengivite sem diferenças entre as escovas testadas”, conta.

Nem iônica solar, nem elétrica. Também descobri, lendo reportagens na internet, que essas escovas que se mexem sozinhas não são mais eficazes que as comuns. Enfim, é preciso se informar: tem horas que nada supera o método tradicional.
Fonte; blog La em casa

Robô passa pano no chão


Eu já conhecia o aspirador de pó robô, que consta na minha lista de gadgets desejáveis. Mas, depois que o aspirador suga aquela sujeira superficial, o irmão dele precisa entrar em ação: o Mint, robô que passa pano no chão.

Sim, eu sonho em ter uma faxineira Rosie, como a dos Jetsons. Eu acredito na força da tecnologia para que sobre tempo para fazer todas as aulas de spinning da academia. Um dia Rosie aterrisará no meu humilde e eternamente sujo lar, para me salvar.

Mas deixe-me contar para você como funciona o Mint, que começa a ser vendido nos EUA, por US$ 250. Ele é indicado para a limpeza com pano seco ou úmido de pisos laminados, carpetes de madeira, azulejos, tacos e outras superfícies lisas e duras.

O Mint segue seu caminho orientado por um pequeno quadradinho com um sistema de localização semelhante ao GPS. Segundo o fabricante, a tecnologia evita que áreas sejam esquecidas. Você pode escolher dois modos, um deles para superfícies mais sujas. Sensores evitam que o robozinho se esborrache em escadas e degraus, detone o rodapé ou suba em tapetes e carpetes. E o espertinho vai até debaixo dos móveis.

Robô que limpa os vidros


Depois dos modelos que aspiram pó e que passam pano no chão, é vez do robô que limpa vidros para você. O Windoro foi criado pelo sul-coreano Pohang Institute of Intelligent Robotics (PIRO) para dar um trato nas janelas.

O equipamento é composto por duas partes, que são colocadas nas duas faces do vidro, e se unem por ímãs. Ele tem reservatórios de água e detergente, que são liberados para ensaboar suas escovas rotativas. Como os outros robôs faxineiros, ele têm sensores para desviar de obstáculos. Tem até um controle remoto, para você comandar o equipamento enquanto está sentado no sofá assistindo seu seriado preferido.
Se você costuma pôr a mão no paninho e no spray para tirar o pó e dar um brilho nas suas janelas, sabe o trabalho que dá. Pena que o fabricante só deve levar o produto às lojas (da Coréia do Sul!) no ano que vem, e ainda não divulgou preços. Espero que não demore demais para chegar ao Brasil.

Tirar o pen drive sem destivá-lo e perigoso?


Depende. O comando Remover Hardware com Segurança, que é exibido quando se clica no ícone correspondente na área de notificação do Windows, assegura que não haja corrupção de arquivos ao desacoplar o dispositivo.

Mas é possível desconectar um pen drive com segurança sem avisar ao sistema. Para isso, não deve haver arquivos do pen drive abertos para edição nem sendo copiados ou movidos.

Além disso, o Windows deve estar configurado para fazer a gravação de dados da maneira padrão. Há um modo alternativo em que o sistema mantém os dados na memória para acesso rápido e faz a gravação depois. Se esse modo for usado, é obrigatório desativar o drive antes de removê-lo.

Fonte: Info on line